Radiestesia e Radiônica

Radiestesia e Radiônica

Universo Radiestésico - Modelo: Rilda - Arte Digital: Henrique Vieira Filho

Radiestesia é uma arte muito antiga.  Há  indícios arqueológicos de que é pré-histórica.  Certamente era utilizada pelas civilizações hindu, chinesa, árabe, hebraica, greco-romana. 

Durante a Inquisição foi perseguida e considerada demoníaca.  Ressurgiu no século XVIII e XIX com estudos metódicos, muitos deles desenvolvidos em mosteiros.  No século XX ampliou seu campo de ação e hoje segue muito bem, obrigado, sendo utilizada em prospecção hidromineral, correção de influências geopatogênicas, apoio à agricultura e na Terapia Holística, só para citar alguns empregos.

O termo vem do latim “radius”, raio, e do grego “aisthesis”, sensibilidade, significando algo como “sensibilidade às radiações”. É que na época, século XIX, as emissões radioativas, tanto ionizantes como não ionizantes, apenas começavam a ser estudadas, e o abade Bouly, que cunhou a expressão, pensava que havia algum tipo de “radiação”, emitida pelo objeto da pesquisa, que se comunicava com o operador.

Hoje entendemos melhor o processo.  Há  um “sentido radiestésico” inconsciente, que percebe influências dos campos elétrico, magnético e gravitacional e de natureza psico-energética.  É o nosso “sexto sentido”.  Os instrumentos radiestésicos, como o pêndulo, por exemplo, são capazes de amplificar pequenos movimentos da mão, que respondem à emergência do Inconsciente.  Com treinamento e prática, essas informações podem se tornar objetivas e quantificadas, permitindo seu uso, por exemplo, em terapia.

Na Terapia Holística, onde trabalhamos com a energia psíquica, temos a oportunidade de fazer, com a radiestesia, medições e avaliações que não seriam detectáveis por qualquer instrumento científico.  Por exemplo, podemos fazer uma leitura do estado dos chakras, ou dos corpos áuricos.  Ou selecionar os tipos de tratamento mais indicados, e conhecer melhor o estado emocional do cliente. O verdadeiro instrumento é o próprio Inconsciente do operador, que recebe incessantemente informações da pessoa a ser tratada e do ambiente.  Com um pêndulo, ou uma vareta, podemos “ler” esses registros e usá-los conscientemente.

A radiestesia não para aí.  Nos dá também a oportunidade de efetuar avaliações, e também o tratamento e correção de desarmonias energéticas, à distância.  Para isso usamos “testemunhos” da pessoa a tratar – cabelos, unhas, sangue, saliva, uma foto, ou mesmo o nome e data de nascimento escritos em um papel.  Esses testemunhos são o elo de ligação entre o Inconsciente do terapeuta e o cliente.

Esse campo é fartamente explorado por uma técnica afim, a Radiônica.  Nela, utilizamos máquinas dotadas de circuitos eletrônicos, as “Black Boxes”. Há também máquinas mais simples, que possuem os circuitos impressos em pranchas (ou mesas radiônicas).  Talvez uma das primeiras máquinas radiônicas que se tem notícia seja desse tipo, baseada em símbolos da geomancia árabe e construída sobre uma placa de bronze.  Mais recentemente têm aparecido equipamentos que funcionam conectados a computadores, e até mesmo máquinas virtuais, em que o software faz todo o trabalho.  Mas não nos devemos enganar.  O sistema, simples ou sofisticado, não prescinde do Inconsciente do operador.  Toda a parte física é apenas um ponto de apoio.

O mecanismo de ação à distância parece feitiçaria e, na verdade, já era conhecido dos antigos magos, bruxos e xamãs.  O chamado “envultamento”, em que o objeto da ação mágica é representado por uma figura, um desenho ou uma foto, funciona baseado no mesmo princípio.  No fim, também não há magia sem o Inconsciente do mago...

Finalmente, cabe notar que o aprendizado do processo requer um pouco de teoria e muita, muita prática.  É dos insucessos e sua análise criteriosa que extraímos o material para entender como se faz Radiestesia e Radiônica.  Elas exigem distanciamento emocional do resultado da pesquisa, que é quase um estado de meditação profunda, verdadeira anulação do Ego, para dar espaço à emergência do Inconsciente. O apego ao êxito, ou à pessoa a quem dirigimos nosso trabalho, acaba por interferir diretamente no resultado.  O equilíbrio entre a indiferença e o desejo é o fio da navalha onde caminhamos. O bom radiestesista descobre a verdade; o mau radiestesista descobre o que quer descobrir.

 

 

IRIEL BUENO E SILVA FILHO - CRT 38369
Terapeuta Holístico
Acesse o Site http://www.iriel.terapiaholistica.net

 

Modalidades:
TERAPIA EM SINCRONICIDADE
TERAPIA FLORAL
CROMOTERAPIA

Técnicas:
RADIESTESIA, RADIONICA, FLORAIS BACH, FLORAIS DA CALIFÓRNIA, FLORAIS DE MINAS, CROMOTERAPIA, AROMATERAPIA

 

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